
FESTIVAL MUNDO MANGUE
Arte Urbana e Cultura Periférica
FORMAÇÃO + RESIDÊNCIA
MOSTRA MANGUE E TAL
CELEBRAÇÃO + ARTE URBANA
CULMINÂNCIA
Abertura da mostra e roda de diálogo com artistas e convidados (26 MARÇO)
Feira de Cultura Periférica, apresentações e celebração pública (28 MARÇO)
Oficinas de graffiti, estamparia, residência artística e vivências (22 — 26 MARÇO)
Intervenções urbanas e programação cultural (27 MARÇO)


Dez criadores periféricos unidos no Cabo de Santo Agostinho em uma imersão que conecta arte urbana, sustentabilidade, artesania e o reaproveitamento de materiais à memória viva e potência do território.






Os muros do Cabo de Santo Agostinho ganham vida pelas mãos de artistas visuais, muralistas e criadores periféricos. Conheça as mentes e as trajetórias que transformam o território em galeria aberta.
Muralismo & Memória
Vozes Periféricas
Linguagens & Ecologia
Pinturas de grande escala que recontam a ancestralidade e as raízes do mangue em painéis urbanos cheios de cor.
Artistas locais e convidados trazendo a vivência das bordas para o centro da narrativa visual do festival.
Técnicas mistas e intervenções que conectam arte contemporânea, preservação ambiental e orgulho comunitário.

O que fica depois da tinta?
10
artistas em residência
10+
murais permanentes
5
oficinas criativas
100+
participantes formados
O Festival Mundo Mangue conecta arte urbana, cultura periférica, formação, sustentabilidade e memória para transformar os espaços públicos do litoral do Cabo de Santo Agostinho em lugares de criação, encontro e pertencimento.


Acreditamos que a arte urbana vai além da pintura nas paredes. Nossas ações de formação constroem pontes entre artistas, jovens e moradores do Cabo de Santo Agostinho através de oficinas, vivências práticas e reflexões coletivas.
Oficinas Práticas
Troca e Vivência
Rodas de Diálogo
Aulas de graffit, técnicas de muralismo e expressão visual direcionadas a jovens das comunidades do Cabo de Santo Agostinho, descentralizando o acesso às ferramentas criativas da cena contemporânea.
Espaços de convivência e criação compartilhada onde a tradição da cultura periférica se cruza com a produção artística contemporânea em processos coletivos no território.
Painéis de discussão e encontros abertos focados na memória comunitária, no direito à cidade e nas redes de sustentabilidade da arte urbana no nordeste brasileiro.


Uma rede de arte, território e transformação
O Festival Mundo Mangue nasce do encontro entre arte urbana, cultura periférica, memória territorial e consciência socioambiental. Durante uma semana, artistas, estudantes, moradores, agentes culturais e comunidades se encontram para aprender, criar, compartilhar e ocupar o território através da arte.
A proposta acontece em diferentes comunidades do litoral do Cabo de Santo Agostinho, aproximando a produção cultural de territórios que historicamente possuem menor acesso a programação cultural contínua. Mais do que realizar murais, o festival busca construir processos: formar pessoas, conectar artistas, estimular a economia criativa, produzir novas narrativas sobre o território e deixar obras permanentes como legado.


O festival finca pés na paisagem das marés e na memória viva do Cabo de Santo Agostinho. Em Suape, a arte urbana atua como ponte entre a preservação ambiental, as comunidades periféricas e a transformação cultural.
Cabo de Santo Agostinho
Ecossistema Suape
Vozes Comunidades
Geografia onde o rio encontra o oceano e a cultura popular periférica se renova nas ruas.
Território de vivos contrastes, onde a riqueza ambiental e a produção visual dialogam de perto.
Narrativas locais pintadas diretamente no espaço urbano por artistas e moradores da região.
